Preso por morte no cinema já respondeu por ameaça e violência doméstica

PM é concursado da polícia há 15 anos e usava uma 'arma fria' no dia do crime.

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Foto: Gizele Almeida/Dourados News

O cabo da Polícia Militar Dijavan Batista dos Santos, 37 anos, preso pelo assassinato de Julio Cesar Cerveira Filho, 43 anos, em uma sala de cinema em Dourados, já respondeu por crimes de ameaça e violência doméstica.

Autuado por homicídio simples, ele passará por audiência de custódia na tarde de hoje, quando a Justiça decidirá se converte a prisão em flagrante para preventiva ou expede alvará de soltura.

Na PMMS (Polícia Militar de Mato Grosso do Sul) há 15 anos, Dijavan está lotado na PMA (Polícia Militar Ambiental) de Dourados. Em depoimento prestado ao delegado Rodolfo Daltro, logo após o homicídio, ele alegou ter efetuado um disparo acidental contra a vítima depois de desentendimento por causa de poltrona.

Sobre a arma utilizada no crime, uma pistola Smith Wesson calibre .40 sem registro, informou ser herança do pai, bombeiro da reserva falecido há dois anos.  Justificou que a utilizava de vez em quando por ser leve e portátil, enquanto a disponibilizada pela PM, IMBEL MD7 de mesmo calibre, “é extremamente pesada e grande”.

No auto de prisão em flagrante remetido pela Polícia Civil à 3ª Vara Criminal de Dourados, constam quatro passagens nos antecedentes de Dijavan.

Em 2009, foi alvo de Auditoria Militar em Campo Grande, cujo assunto descrito é falsificação do selo ou sinal público. Não foi possível apurar o desfecho.

No ano de 2011, lhe foram impostas medidas protetivas da Lei Maria da Penha após denúncia de violência doméstica, mas o processo foi arquivado com absolvição sumária do acusado, uma vez que a denunciante não apresentou provas. E, naquele mesmo ano, ele também respondeu por ameaça, outro caso finalizado cujo desfecho não foi possível apurar.

O cabo da Polícia Militar Dijavan Batista dos Santos, 37 anos, preso pelo assassinato de Julio Cesar Cerveira Filho, 43 anos, em uma sala de cinema em Dourados, já respondeu por crimes de ameaça e violência doméstica.

Autuado por homicídio simples, ele passará por audiência de custódia na tarde de hoje, quando a Justiça decidirá se converte a prisão em flagrante para preventiva ou expede alvará de soltura.

Na PMMS (Polícia Militar de Mato Grosso do Sul) há 15 anos, Dijavan está lotado na PMA (Polícia Militar Ambiental) de Dourados. Em depoimento prestado ao delegado Rodolfo Daltro, logo após o homicídio, ele alegou ter efetuado um disparo acidental contra a vítima depois de desentendimento por causa de poltrona.

Sobre a arma utilizada no crime, uma pistola Smith Wesson calibre .40 sem registro, informou ser herança do pai, bombeiro da reserva falecido há dois anos.  Justificou que a utilizava de vez em quando por ser leve e portátil, enquanto a disponibilizada pela PM, IMBEL MD7 de mesmo calibre, “é extremamente pesada e grande”.

No auto de prisão em flagrante remetido pela Polícia Civil à 3ª Vara Criminal de Dourados, constam quatro passagens nos antecedentes de Dijavan.

Em 2009, foi alvo de Auditoria Militar em Campo Grande, cujo assunto descrito é falsificação do selo ou sinal público. Não foi possível apurar o desfecho.

No ano de 2011, lhe foram impostas medidas protetivas da Lei Maria da Penha após denúncia de violência doméstica, mas o processo foi arquivado com absolvição sumária do acusado, uma vez que a denunciante não apresentou provas. E, naquele mesmo ano, ele também respondeu por ameaça, outro caso finalizado cujo desfecho não foi possível apurar.



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